Franciele Bezerra
  Você gosta de música? E de teatro? Gosta de dançar? Já teve vontade de aprender malabarismos? Se disse sim para uma ou mais das perguntas acima, então, o que você acha de curtir tudo isso gratuitamente e ao ar livre nos finais de semana?

  A união das Secretarias da Cultura e Meio Ambiente junto ao Governo do Estado de São Paulo resultou na implantação do projeto Cultura Livre SP, que até março de 2012, levará a parques e espaços públicos, atrações e oficinas para todos os gostos sem nenhum custo para a população.



  Os locais onde acontecem e acontecerão os eventos são: Parque da Juventude (Zona Norte) , Parque do Horto Florestal (Zona Norte), Parque Ecológico de Guarapiranga (Zona Sul), Parque Ecológico do Tietê (Zona Leste), Parque Villa Lobos (Zona Oeste), Praça da Esperança do Hospital das Clínicas (Região Central) e no Zoológico (Zona Sul).

  O destaque do fim de semana passado foi o show de MPB dos cantores Marcelo Jeneci e Tulipa Ruiz, que juntos animaram e emocionaram a plateia.


  Para quem perdeu esta, não tem problema, neste final de semana haverá muitas outras atrações para vários gostos e idades, como a Ópera Carmem no Parque Villa Lobos (19/11) e Ultraje a Rigor no Parque Ecológico do Tietê (20/11).

  Veja a programação completa clicando aqui. E se você quiser acompanhar o projeto é só cadastrar-se para receber as informações semanalmente por e-mail.
Franciele Bezerra
Caminhando sob o sol
Gosto muito de você, leãozinho

Para desentristecer, leãozinho
O meu coração tão só
Basta eu encontrar você no caminho

Um filhote de leão raio da manhã;
Arrastando o meu olhar como um ímã...
O meu coração é o sol, pai de toda cor;
Quando ele lhe doura a pele ao léu...

Depois de tanto tempo sem postar,começo com um trechinho dessa gostosa baladinha de Caetano Veloso.

Na verdade encontrei um texto em uma revista que se encaixou exatamente no que eu precisava ler neste momento ... Quem me visitar aqui neste espaço,convido à leitura:

Matando um Leão Por dia
Texto de Pierre Schurmann

*Em vez de matar um leão por dia, aprenda a amar o seu.

Outro dia, tive o privilégio de fazer algo que adoro: fui almoçar com um amigo, hoje chegando perto de seus 70 anos. Gosto disso. São raras as chances que temos de escutar suas histórias e absorver um pouco de sabedoria das pessoas que já passaram por grandes experiências nesta vida.
Depois de um almoço longo, no qual falamos bem pouco de negócios mas muito sobre a vida, ele me perguntou sobre meus negócios. Contei um pouco do que estava fazendo e, meio sem querer, disse a ele:
-”Pois é. Empresário, hoje, tem de matar um leão por dia”.
Sua resposta, rápida e afiada, foi:
-”Não mate seu leão. Você deveria mesmo era cuidar dele”.
Fiquei surpreso com a resposta e ele provavelmente deve ter notado minha surpresa, pois me disse:
- “Deixe-me lhe contar uma história que quero compartilhar com você”.
Segue, mais ou menos, o que consegui lembrar da conversa:
“Existe um ditado popular antigo que diz que temos de “matar um leão por dia”. E por muitos anos, eu acreditei nisso, e acordava todos os dias querendo encontrar o tal leão.
A vida foi passando e muitas vezes me vi repetindo essa frase.
Quando cheguei aos 50 anos, meus negócios já tinham crescido e precisava trabalhar um pouco menos, mas sempre me lembrava do tal leão.Afinal, quem não se preocupa quando tem de matar um deles por dia?
Pois bem. Cheguei aos meus 60 e decidi que era hora de meus filhos começarem a tocar a firma. Mas qual não foi minha surpresa ao ver que nenhum dos três estava preparado! A cada desafio que enfrentavam, parecia que iam desmoronar emocionalmente. Para minha tristeza, tive de voltar à frente dos negócios, até conseguir contratar alguém, que hoje é nosso diretor-geral.
Este “fracasso” me fez pensar muito. O que fiz de errado no meu plano de sucessão? Hoje, do alto dos meus quase 70 anos, eu tenho uma suspeita: a culpa foi do leão”.
Novamente, eu fiz cara de surpreso. O que o leão tinha a ver com a história? Ele, olhando para o horizonte, como que tentando buscar um passado distante, me disse:
- “É. Pode ser que a culpa não seja cem por cento do leão, mas fica mais fácil justificar dessa forma. Porque, desde quando meus filhos eram pequenos, dei tudo para eles. Uma educação excelente, oportunidade de morar no exterior, estágio em empresas de amigos. Mas, ao dar tudo a eles, esqueci de dar um leão para cada, que era o mais importante. Meu jovem, aprendi que somos o resultado de nossos desafios. Com grandes desafios, nos tornamos grandes. Com pequenos desafios, nos tornamos pequenos. Aprendi que, quanto mais bravo o leão, mais gratos temos de ser. Por isso, aprendi a não só respeitar o leão, mas a admirá-lo e a gostar dele. Que a metáfora é importante, mas errônea: não devemos matar um leão por dia, mas sim cuidar do nosso. Porque o dia em que o leão, em nossas vidas morre, começamos a morrer junto com ele.”
Depois daquele dia, decidi aprender a amar o meu leão. E o que eram desafios se tornaram oportunidades para crescer, ser mais forte, e “me virar” nesta selva em que vivemos.

A capacidade de luta que há em você,precisa de adversidades para revelar-se.



Uma fase cheia de leões é aquela que revela o quanto guerreiros ou fracos somos.O que vivemos nos transforma, nos faz crescer e nos "constrói".

Por hoje,paro por aqui.

Um abraço e muito sucesso!