Franciele Bezerra
Diz o ditado, que se ama, deixe ir;
E é a coisa mais sábia a se fazer;
Mas, a gente sabe que quando alguém foi especial por demais;
Não tem problema nenhum lembrar e sorrir de vez em quando;
Aprender que a vida tira coisas que você ama, pra valorizar o que fica e o que foi;
Eu lembro hoje com todo carinho do mundo de alguém que muito me fez sorrir;
Obrigada por me ensinar tanto, você é eternamente meu grande amigo. Meu pequeno.

28/11/2006 - - 28/11/2015


Franciele Bezerra
Não me interessa o que você faz pra viver. Quero saber o que você deseja ardentemente, e se você se atreve a sonhar em encontrar os desejos do seu coração.
Não me interessa quantos anos você tem. Quero saber se você se arriscaria parecer que é um tolo por amor, por seus sonhos, pela aventura de estar vivo. Não me interessa que planetas estão em quadratura com a sua lua. Quero saber se você tocou o centro de sua própria tristeza, se você se tornou mais aberto por causa das traições da vida, ou se tornou murcho e fechado por medo das futuras mágoas.
Quero saber se você pode sentar-se com a dor, minha ou sua, sem se mexer para escondê-la, tentar diminuí-la ou tratá-la. Quero saber se você pode conviver com a alegria, minha ou sua, se você pode dançar loucamente e deixar que o êxtase tome conta de você dos pés à cabeça, sem a cautela de ser cuidadoso, de ser realista ou de lembrar das limitações de ser humano.
Não me interessa se a história que você está contando é verdadeira. Quero saber se você pode desapontar alguém para ser verdadeiro consigo mesmo; se você pode suportar acusações de traição e não trair sua própria alma. Quero saber se você pode ser leal, e portanto, confiável.
Quero saber se você pode ver a beleza mesmo quando o que vê não é bonito, todos os dias, e se você pode buscar a fonte de sua vida em sua presença. Quero saber se você pode conviver com o fracasso, seu e meu, e ainda postar-se à beira de um lago e gritar à lua cheia prateada: “Sim!”.
Não me interessa saber onde mora e quanto dinheiro você tem. Quero saber se você pode levantar depois de uma noite de tristeza e desespero, cansado e machucado até os ossos e fazer o que tem que ser feito para as crianças.
Não me interessa quem você é, como chegou até aqui. Quero saber se você vai se postar no meio do fogo comigo e não vai se encolher.
Não me interessa onde ou o que ou com quem você estudou. Quero saber o que o segura por dentro quando tudo o mais fracassa. Quero saber se você pode ficar só consigo mesmo e se você verdadeiramente gosta da companhia que tem nos momentos vazios. -  Oriah Mountain Dreamer


E se tiver que abandonar velhas esperanças e certezas para prosseguir, faça com a força de saber que 90% do seu destino depende de você e das escolhas que fez quando podia ter simplesmente desistido de tudo. Chorar, cair, levantar, crescer, evoluir ... Ser como uma flor de lótus, não desistir, a gente supera, aprendi assim.
Franciele Bezerra
Franciele Bezerra
Quanta paz há numa brisa gelada, batendo no teu rosto, em um dia de verão ...

Franciele Bezerra
Nem sempre a idade é quem traz a experiência.
Ela muitas vezes nos deixa calejados, desesperançados, acomodados...
E como isso é chato.
Se pudesse dar um conselho para cada pessoa que caminha sobre este planeta, ele seria para nunca se deixar dizer: 

- Eu não tenho mais idade para isso.

Porque não importa a idade que você tenha, vai ter algo que sempre amará fazer.

Quero sempre sair caminhando pela chuva mesmo quando estiver com meu sapato mais caro e com o guarda-chuva na bolsa.

Quero sempre pedir aquela banana split gigante me preocupando por qual lado começar e não quantas calorias aquilo me trará.

Quero sempre escrever cartas de amor e amizade, daquelas mais bobas, as que a gente lê e ri de si mesmo anos depois.

Quero sempre correr descalça na grama e afundar os pés na areia gelada da praia, perder horas olhando as estrelas, sentindo o vento balançar meus cabelos ou apenas assistindo aquela comédia romântica clichê.

Quero tudo isso e muito mais, quero ser feliz, e para isso não há idade.


Franciele Bezerra
A gente consegue, você me dizia.

While you were sitting in the backseat smoking a cigarette you 
thought was gonna be your last,
 I was falling deep, deeply in love with you,
 and I never told you til just now
E eu consegui.
Franciele Bezerra
Amigo,
Você sempre vai ser
Porque desde o primeiro dia eu senti
Senti que você era diferente

Amigo,
Você não tem cor
Não tem tamanho
Não tem gênero

Não tem face
Não tem voz
Mas tem seu jeito de me fazer sorrir

Amigo,
Você é uma parte do meu coração
Que se desprendeu de mim e foi por ai
Venha me visitar quando der...

Sinto falta do seu abraço. Abraços.
Franciele Bezerra
Tudo é eterno e passageiro
E o que restou para mim?
Poderia restar tudo que é de ruim
Mas de que me serviria? Me diz?
Fico com o bom,
O que ainda me faz sorrir
E se derramar lágrimas,
Que sejam de saudade
Porque o ódio, Quindim, serve de nada não.
Pelo menos não para o meu coração.

Franciele Bezerra



Franciele Bezerra
Junto ao outono foi-se a última folha da árvore. O inverno chegou trazendo seus tons de cinza, seu silêncio profundo, seu vazio imaculado; a escuridão das noites refletiam-se nos dias frios e sem vida... vida levada com o último suspiro da folha ao chegar no solo gelado.


Franciele Bezerra
Franciele Bezerra

Tá tudo bem
Que esse amor só me faz bem
Eu não perco mais meu tempo
Nem me deixo com o vento
Que derruba
Tudo normal
Eu te quero, espero
E deixo os meus segredos
E faço nosso, o meu e o seu lugar



Franciele Bezerra
... Nem tudo é dias de sol,
E a chuva, quando falta muito, pede-se
-Por isso tomo a infelicidade com a felicidade
Naturalmente, como quem não estranha
Que haja montanhas e planícies
E quando haja rochedos e erva...
O que é preciso é ser-se natural e calmo
Na felicidade ou na infelicidade,
Sentir como quem olha,
Pensar como quem anda,
E quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre,
E que o poente é belo e é bela a noite que fica...
Assim é e assim seja...


       tempo ao tempo
Franciele Bezerra



E foi então que apareceu a raposa:

- Boa dia, disse a raposa.

- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.

- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira…

- Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita…

- Sou uma raposa, disse a raposa.

- Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste…

- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.

- Ah! desculpa, disse o principezinho.

Após uma reflexão, acrescentou:

- Que quer dizer "cativar"?

- Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?

- Procuro os homens, disse o principezinho. Que quer dizer "cativar"?

- Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É bem incômodo! Criam galinhas também. É a única coisa interessante que fazem. Tu procuras galinhas?

- Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer "cativar"?

- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços…"

- Criar laços?

- Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo…

- Começo a compreender, disse o principezinho. Existe uma flor… eu creio que ela me cativou…

- É possível, disse a raposa. Vê-se tanta coisa na Terra…

- Oh! não foi na Terra, disse o principezinho.

A raposa pareceu intrigada:

- Num outro planeta?

- Sim.

- Há caçadores nesse planeta?

- Não.

- Que bom! E galinhas?

- Também não.

- Nada é perfeito, suspirou a raposa.

Mas a raposa voltou à sua idéia.

- Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo…

A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:

- Por favor… cativa-me! disse ela.

- Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.

- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!

- Que é preciso fazer? perguntou o principezinho.

- É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto…

No dia seguinte o principezinho voltou.

- Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração… É preciso ritos.

- Que é um rito? perguntou o principezinho.

- É uma coisa muito esquecida também, disse a raposa. É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas. Os meus caçadores, por exemplo, possuem um rito. Dançam na quinta-feira com as moças da aldeia. A quinta-feira então é o dia maravilhoso! Vou passear até a vinha. Se os caçadores dançassem qualquer dia, os dias seriam todos iguais, e eu não teria férias!

Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:

- Ah! Eu vou chorar.

- A culpa é tua, disse o principezinho, eu não queria te fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse…

- Quis, disse a raposa.

- Mas tu vais chorar! disse o principezinho.

- Vou, disse a raposa.

- Então, não sais lucrando nada!

- Eu lucro, disse a raposa, por causa da cor do trigo.

Depois ela acrescentou:

- Vai rever as rosas. Tu compreenderás que a tua é a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te farei presente de um segredo.

Foi o principezinho rever as rosas:

- Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativastes a ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu fiz dela um amigo. Ela á agora única no mundo.

E as rosas estavam desapontadas.

- Sois belas, mas vazias, disse ele ainda. Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o pára-vento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.

E voltou, então, à raposa:

- Adeus, disse ele…

- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.

- O essencial é invisível para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.

- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.

- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa… repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.

- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa…

- Eu sou responsável pela minha rosa… repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.



Franciele Bezerra
Franciele Bezerra

E mais um ano indo embora, e novamente aquela sensação de quero mais, aquela mesma que senti quando tomei a decisão de seguir meus sonhos, e que por mais esta vez foram a escolha certa. Mais uma meta cumprida, novos sonhos estipulados, novo frio na barriga.

Três trechos de músicas "martelam na minha cabeça"

... E não acomodar com o que incomoda ...
... Milagres acontecem para quem vai à luta ...

... Listen to your heart ...

Franciele Bezerra
Tem Dias que deveriam durar para sempre ...



Como não duram, ainda existem as músicas e fotos para relembrar...



Franciele Bezerra

O ensinamento mais simples e bonito que já vi, vem da filosofia budista, é este o ensinamento da Flor de Lótus. Ele nos diz que devemos ser como esta flor, que mesmo nascendo em meio ao lodo e sujeira, mantem-se sempre limpa, pura e reluzente.

Não é tarefa fácil, mas aquele que consegue levar uma vida com base na bondade e simplicidade com certeza também se vê livre de tantos problemas superficiais que muitas vezes nos leva a fazer tempestade em copo d’água por falta de sabedoria ...




Lenda da Flor de Lótus


Certo dia, à margem de um tranqüilo lago solitário, a cuja margem se erguiam frondosas árvores com perfumosas flores de mil cores, e coalhadas de ninhos onde aves canoras chilreavam, encontraram-se quatro elementos irmãos: o fogo, o ar, a água e a terra. 


- Quanto tempo sem nos vermos em nossa nudez primitiva - disse o fogo cheio de entusiasmo, como é de sua natureza. 


- É verdade - disse o ar. - É um destino bem curioso o nosso. À custa de tanto nos prestarmos para construir formas e mais formas, tornamo-nos escravos de nossa obra e perdemos nossa liberdade. 


- Não te queixes - disse a água , pois estamos obedecendo à Lei, e é um Divino Prazer servir à Criação. Por outro lado, não perdemos nossa liberdade; tu corres de um lado para outro, à tua vontade; o irmão fogo, entra e sai por toda parte servindo a vida e a morte. Eu faço o mesmo.


 - Em todo o caso, sou eu quem deveria me queixar - disse a terra - pois estou sempre imóvel, e mesmo sem minha vontade, dou voltas e mais voltas, sem descansar no mesmo espaço. 


- Não entristeçais minha felicidade ao ver-nos - tornou a dizer o fogo - com discussões supérfluas. É melhor festejarmos estes momentos em que nos encontrarmos fora da forma. Regozijemo-nos à sombra destas árvores e à margem deste lago formado pela nossa união.


 Todos o aplaudiram e se entregaram ao mais feliz companheirismo. Cada um contou o que havia feito durante sua longa ausência, as maravilhas que tinham construído e destruído. Cada um se orgulhou de se haver prestado para que a Vida se manifestasse através de formas sempre mais belas e mais perfeitas. E mais se regozijaram, pensando na multidão de vezes que se uniram fragmentariamente para o seu trabalho. Aproximando-se o momento de se separarem, pensaram em deixar uma recordação que perpetuasse através das idades a felicidade de seu encontro. Resolveram criar alguma coisa especial que, composta de fragmentos de cada um deles harmonicamente combinados, fosse também a expressão de suas diferenças e independência, e servisse de símbolo e exemplo para o homem. Houve muitos projetos que foram abandonados por serem incompletos e insuficientes. Por fim, refletindo-se no lago, os quatro disseram: - E se construíssemos uma planta cujas raízes estivessem no fundo do lago, a haste na água e as folhas e flores fora dela? - A idéia pareceu digna de experiência. 


-Eu porei as melhores forças de minhas entranhas - disse a terra - e alimentarei suas raízes.


- Eu porei as melhores linfas de meus seios - disse a água - e farei crescer sua haste. 


- Eu porei minhas melhores brisas - disse o ar - e tonificarei a planta. 


- Eu porei todo o rneu calor - disse o fogo - para dar às suas corolas as mais formosas cores.

Dito e feito. Os quatro irmãos começaram a sua obra. Fibra sobre fibra foram construídas as raízes, a haste, as folhas e as flores. O sol abençoou-a e a planta deu entrada na flora regional, saudada como rainha. Quando os quatro elementos se separaram, a Flor de Lótus brilhava no lago em sua beleza imaculada, e servia para o homem como símbolo da pureza e perfeição humana. 


Fonte da Lenda: viacapella.com.br


Franciele Bezerra
5 a Seco
Museu da Língua Portuguesa

Frozen - Yogoberry












O blog "hibernou" no verão e volta a tona agora, no inverno, que frio gigante em São Paulo!!! Confesso que esse não é dos meus climas favoritos, mas é o que menos vem ao caso ... Até porque mesmo odiando sentir aquele vento gelado que arrepia muito, vem acontecendo tanta coisa maravilhosa nessa cidade que nem o frio me tira das ruas de São Paulo!

Franciele Bezerra
Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...

Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...


E ter paciência para que a vida faça o resto...


(William Shakespeare)